R.B. 19/AGO/20 "Preço de liquidação"


"Preço de liquidação"

São Paulo, 10 de agosto de 2020 (QUARTA-FEIRA).


Mercados e Economia:

Hoje (1) a BOVESPA deve seguir em alta, para zerar as perdas acumuladas no mês (-0,8%) e reduzir a baixa ainda registrada no ano (-11,7%), influenciada pela melhora do “humor” nas principais bolsas mundiais, pela valorização das commodities e pela crescente entrada de novos investidores na bolsa tupiniquim por conta do baixo patamar da taxa básica de juros do país (2,0%) e (2) o DÓLAR pode voltar a cair, reduzindo uma parte da forte alta acumulada no mês (4,5%) e no ano (36,0%), seguindo a trajetória internacional da moeda norte-americana e reagindo à matéria do Wall Street Journal dizendo que o real está em “preço de liquidação”.

Ontem, no BRASIL, (1) a BOVESPA subiu 2,5% (aos 102.065pts), para recuperar o patamar dos 100.000pts, desenhando a instabilidade das principais bolsas mundiais e impulsionada principalmente pela confirmação de que era mais uma fake news da nefasta imprensa socialista tupiniquim a notícia de que Paulo Guedes deixaria o governo Bolsonaro e (2) o DÓLAR caiu -0,5% à R$ 5,46, seguindo a melhora do “humor” na bolsa tupiniquim e influenciado pelo fluxo positivo de recursos externos oriundos de exportações, captações e investimentos.

Também ontem, nas principais bolsas (1) da ÁSIA, Japão -0,2% e China -0,2%, prejudicadas pela manutenção das tensões entre Pequim e Washington e com destaques de queda para as ações dos setores siderúrgico e de aviação, (2) da EUROPA, Inglaterra -0,8%, França -0,7% e Alemanha -03%, pressionadas pelos temores de uma segunda onda de coronavírus na região, que trazem à tona o "fantasma" dos bloqueios econômicos, e pelo desconforto, ainda, com o impasse do Brexit e (3) dos EUA, sem uma tendência única, apesar do S&P e do NASDAQ fecharem nos maiores patamares da história, S&P 0,2%, DJ -0,2% e NASDAQ 0,7%, divididas entre a percepção de que democratas e republicanos estão longe de um acordo por um novo pacote fiscal e o bom desempenho das ações doe setores que de alguma forma se beneficiaram do isolamento inútil e criminoso social imposto pela pandemia do coronavírus, como Netflix (2,0%), Alphabet (2,6%) e Amazon (4,1%).

Ignorando a crise causada pela quarentena do coronavírus e embaladas pelo forte aumento do número de investidores pessoa física de bolsa, a corrida das companhias brasileiras para aproveitar a janela para abertura de capital na bolsa tupiniquim está intensa, com 6 empresas (Lavvi, Sequoia, Elfa Medicamentos, EZ In, Grupo Mateus e Alphaville) protocolando nos últimos dias seu pedidos para realizar sua oferta inicial de ações na CVM.

Servindo de alerta, ou quiçá alento, para os investidores tupiniquins, segundo uma reportagem do Wall Street Journal o real brasileiro, que frente ao dólar já se desvalorizou -36,0% neste ano de 2020, está em “preço de liquidação”.

Tendo que perder tempo para desmentir as fakes news da nefasta imprensa socialista tupiniquim, Marcelo Guaranys, secretário-executivo do Ministério da Economia, garantiu que o teto de gastos precisa ser respeitado para gerar credibilidade para as contas públicas brasileiras, ressaltando que o caminho para abrir mais espaço no Orçamento deve ser rever outras despesas.

Como já era de se esperar, por conta da ainda tímida e gradativa reabertura da economia brasileira, o percentual dos empresários que reclamam dos impactos negativos da inútil e criminosa quarentena do coronavírus em seus negócios caiu de 70% na primeira quinzena de JUN/20 para 44% na primeira quinzena de JUL/20.

Lutando pelos direitos do Brasil, o Ministério da Agricultura, comandado pela brilhante ministra Tereza Cristina, “visou” que solicitou esclarecimentos às autoridades das Filipinas após o anúncio de embargo à carne de frango brasileira na última semana sem comunicado oficial, acrescentando em nota que poderá apresentar uma queixa contra o país asiático na Organização Internacional do Comércio.


Política:

Vestindo sua casaca liberal para agradar o “mercado”, Rodrigo Maia, presidente da Câmara conhecido como Botafogo nas planilhas de propina da Odebrecht, afirmou que é “inviável” regulamentar o tabelamento de juros do cartão de crédito e do cheque especial, contrariando o projeto aprovado pelos canalhas, socialistas e populistas do Senado no início deste mês.

Engrossando as fileiras de Felipe Sabará, candidato do NOVO à prefeitura de SP, Paulo Uebel, ex-secretário Especial de Desburocratização do Ministério da Economia, será responsável na campanha pelos temas nos quais se especializou e que fazem parte da cartilha liberal do partido (gestão, reformas e desburocratização).

Expoente máximo dos socialistas tucanos, Bruno Covas, prefeito de SP e candidato à reeleição, afirmou que a reabertura das escolas na cidade será uma decisão que não passará por influência de sindicatos, grupos políticos ou mesmo do seu “feeling”.

Responsáveis, juntamente com o dinheiro público, por financiarem as campanhas política, 51% das pessoas mais ricas do país reprovam o trabalha dos parlamentares e apenas 9% aprovam.

Lutando por manterem “o monopólio da mentira”, sindicatos e entidades socialistas que dizem que representam o setor da comunicação entregaram ontem para Rodrigo Maia, presidente da Câmara, um documento pedindo apoio às medidas de censura contra a livre expressão que usam como desculpa o combate às Fake News.

Novamente defendendo os bandidos de colarinho branco, o SFT, alegando que quer evitar uma tensão com o Congresso Nacional, decidiu engavetar a discussão sobre o fim do maldito foro especial.


Crítica:

Vagabundos e canalhas, os empregados dos Correios, exemplo máximo do que é errado, ineficiente e inútil no funcionalismo público tupiniquim, iniciaram ontem mais uma greve para protestar contra a inadiável e imprescindível privatização da empresa.

Após dias divulgando a fake news de que Paulo Guedes deixaria o governo Bolsonaro, a Folha de SP, notória canetinha de aluguel da organização criminosa petista que tem cada dia menos credibilidade, divulgou hoje uma matéria dizendo, obviamente sem revelar nomes ou fontes, que é crescente a pressão em diferentes ministérios por mais verbas e pelo consequente descumprimento do teto dos gastos.


PAZ, amor e bons negócios;


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