R.B. 11/JUL/19 "Vitória do Brasil, de Bolsonaro e dos liberais"



"Vitória do Brasil, de Bolsonaro e dos liberais"

São Paulo, 11 de julho de 2019 (QUINTA-FEIRA).

Mercados e Economia:

Hoje (1) a BOVESPA deve seguir em alta, ampliando a valorização já acumulada no mês (4,8%) e no ano (20,4%), diante da avaliação de que, após a aprovação da reforma da Previdência com 71 votos à mais do que o necessário, a taxa básica de juros será reduzida, novas reformas terão mais facilidade de serem implementadas e a economia tupiniquim iniciará um movimento mais intenso de recuperação e (2) o DÓLAR pode voltar a cair, influenciado pelo aumento do fluxo positivo de recursos externos e pela sinalização de que o FED (“BC” dos EUA) está pronto para cortar os juros na maior economia do mundo.

Ontem, no BRASIL, (1) a BOVESPA subiu 1,2%, para bater o quarto recorde histórico de alta pelo quarto pregão consecutivo, agora aos 105.817pts, com ótimo volume de negócios (R$ 23,2bi), acompanhando a valorização internacional das commodities e com o “mercado comemorando” a possibilidade de aprovação da reforma da previdência e (2) o DÓLAR caiu -0,8% à R$ 3,75, para fechar o dia no menor patamar desde 28/FEV/19, na contramão da trajetória internacional da moeda norte-americana, influenciado pelos mesmos motivos que animaram a bolsa tupiniquim.

Também ontem, nas principais bolsas (1) da ÁSIA, Japão -0,2% e China -0,4%, diante da cautela dos investidores antes do depoimento do presidente do FED (“BC” norte-americano), (2) da EUROPA, Inglaterra -0,1%, França -0,1% e Alemanha -0,5%, prejudicadas pela revisão para baixo, de 1,5% para 1,4%, da projeção da Comissão Europeia para o crescimento da economia da zona do euro em 2020 e (3) dos EUA, recuperando as perdas da abertura, para o NASDAQ fechar em um novo recorde histórico de alta, S&P 0,5%, DJ 0,3% e NASDAQ 0,7%, após Powell, presidente do FED (“BC” local), afirmar, em sabatina no Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, que a inflação está baixa e que as tensões comerciais reduzem as perspectivas econômicas, o que elevou as “apostas” de corte dos juros do país.

Já é quase consenso no “mercado” que, com a aprovação da reforma da Previdência na Câmara antes do recesso, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve iniciar, já na reunião dos dias 30 e 31/JUL/19, um ciclo de corte da taxa básica de juros tupiniquim, que já se encontra no menor patamar da história (6,50% ao ano), o que, além de reduzir o custo da dívida pública, vai estimular investimentos no setor produtivo da economia.

Dando mais um motivo para o Copom cortar a taxa básica de juros na sua reunião que ocorrerá no final deste mês, o IPCA de JUN/19 registrou inflação de apenas 0,01%, acumulando com isto uma alta de apenas 3,37% nos últimos 12 meses, patamar bem abaixo do centro da meta do BC (4,25%).

Como já era esperado, hoje, com a confirmação da aprovação da reforma da Previdência, Paulo Guedes, brilhante ministro da economia tupiniquim, terá uma reunião com seus secretários para definir o plano de ação do governo cujo principal objetivo é impulsionar o crescimento da economia, gerando empregos.

Com a possibilidade do anúncio de medidas liberais que facilitem e estimulem a concorrência no monopolista setor financeiro tupiniquim, os analistas, que “apostam” na bolsa tupiniquim, recomendam principalmente ações de empresas ligadas aos setores de commodities e varejo.

Ontem, além da bolsa tupiniquim ter batido mais um recorde histórico de alta, o risco-Brasil, que é uma espécie de seguro contra calote, recuou -4,6%, ampliando a retração de -42,0% já registrada em 2019, e fechou no menor patamar desde SET/14, o que indica inclusive que as agências internacionais de classificação de risco podem começar a pensar em elevar a “nota” do país.

Dando um ótimo sinal para o setor agrícola tupiniquim, nos 6 primeiros meses deste ano o volume de importações de defensivos agrícolas foi 36% maior que no mesmo período de 2018.

Política:

Em uma “vitória do Brasil, de Bolsonaro e dos liberais”, um alívio para Rodrigo Maia e uma derrota para a imprensa socialista tupiniquim, a organização criminosa petista e suas linhas auxiliares (PCdoB e PSOL), ontem, por 379 votos a favor (71 mais do que o necessário) e 131 contra, a reforma da Previdência foi aprovada em primeiro turno no plenário da Câmara dos deputados.

Se distanciando, para seu bem e para a sobrevivência da esquerda, da organização criminosa petista, o PSB, que prometia votar em peso contra a matéria, deu 11 dos seus 32 votos pela aprovação da reforma da Previdência.

Um dos principais defensores da expulsão do bandido Aécio Neves do partido, Bruno Covas, prefeito socialista de SP, “esticou a corda” ao afirmar que se o referido deputado mineiro ficar no PSDB ele sai.

Comandado por Ciro Gomes, que é canalha e maluco, o PDT ameaça expulsar do partido um grupo de 8 dos seus 19 deputados, entre eles Tabata Amaral (a “queridinha da imprensa socialista tupiniquim”), que votou a favor da reforma da Previdência.

O senador tucano Tasso Jereissati, relator da reforma da Previdência no Senado, já discute como incluir estados e municípios na referida proposta de emenda à Constituição sem que a matéria tenha que retornar à Câmara.

Em defesa de canalhas e bandidos, os deputados da organização criminosa petista, e suas linhas auxiliares, querem que a Câmara dos Deputados convoque o presidente do Coaf, Roberto Leonel de Oliveira Lima, para que ele esclareça se o órgão está investigando o vagabundo, mentiroso e militante socialista Glenn Greenwald.

Com medo de Sergio Moro e de Marcelo Bretas, que atuaram de forma brilhante na Lava Jato, a imprensa socialista tupiniquim divulga que Bolsonaro poderá escolher André Mendonça, evangélico e advogado-geral da União, para uma vaga que será aberta no ano que vem no STF.

Passada a votação da Previdência, o terceiro setor, lotado de vagabundos socialistas, vai alinhar com deputados uma frente para tentar derrubar os vetos de Bolsonaro à lei da autoridade de proteção de dados, considerados fruto de pressão empresarial.

Canalha e sem vergonha de rapinar dinheiro público, o deputado Cacá Leão, do PP da Bahia e relator do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2020, propôs que parte dos recursos destinados a emendas de bancadas estaduais possa ser destinada às campanhas de eleições municipais do próximo ano, o que faria com que o já escabroso fundo eleitoral subisse de R$ 1,7bi em 2018 para R$ 3,7bi em 2020.

Mostrando que, além de palhaço também é idiota, Tiririca foi o único deputado do PL que ontem votou contra a reforma da Previdência.

Dando mais uma boa notícia ao país, ontem a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou uma nova proposta de criminalização do caixa dois em campanhas eleitorais.

Crítica:

Criticado diuturnamente pela nefasta imprensa socialista tupiniquim e atacado de forma canalha pela organização criminosa petista e suas linhas auxiliares, Bolsonaro é (1) o cara que não entende de política e vai no G20 e faz o maior acordo econômico da história do Brasil, (2) o assassino que nunca matou alguém, (3) o ditador que sempre exerceu cargo eletivo, (4) o homofóbico que recebe beijos e abraços de homossexuais, (5) o nazista que empunha a bandeira de Israel, que defende e dá palestras na comunidade judaica e é ovacionado, (6) o racista que tem um negro como melhor amigo, (7) o violento que levou purpurinas, ovos, cuspe na cara e por fim uma facada no abdômen e nunca reagiu e agrediu alguém fisicamente, (8) o mentiroso que só diz verdades que doem, (9) o louco que defende que bandido seja tratado como bandido, (10) o estuprador que é contra o estupro e o aborto, (11) o radical que defende que o cidadão tenha o direito de defender sua família e sua propriedade, (12) o burro, que humildemente, admite quando não entende de determinado assunto, (13) o único corrupto que não tem processo por corrupção em 27 anos atuando no ambiente mais corrupto do mundo, (14) o candidato dos ricos que fez a campanha mais pobre da história, (15) o político inapto, pois anuncia seus principais ministros antes mesmo do fim do primeiro turno, não deixando margens para negociatas no segundo turno, (16) o prepotente que ousa dizer que não negocia cargos com partidos em troca de tempo de TV e (17) o inábil politicamente que aprova, com 71 votos a mais do que o necessário, uma reforma tentada desde o governo FHC.

PAZ, amor e bons negócios;

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